Atualidades

30 jan

Manual do viajante: saiba como evitar surpresas desagradáveis em viagens.

Fazer uma ligação quando se está do outro lado do oceano tem efeitos terapêuticos para quem sente saudades de casa. Mas a conta no final do mês pode causar fortes efeitos colaterais, sobretudo no bolso. Imagine então acrescentar um gasto inesperado com médicos, remédios e hospitais. Mesmo o viajante mais experiente já caiu, pelo menos uma vez na vida, em alguma dessas ciladas que pegam de surpresa o turista.

Você sabe quais documentos são obrigatórios? Ou o que fazer em caso de overbooking? É mesmo necessário portar uma assistência viagem para desembarcar na Europa? E o que é mais vantajoso no exterior: cartões de débito, de crédito ou pré-pago? Para responder a essas e outras perguntas, o UOL Viagem traz esse pequeno guia de dicas para viajantes. Confira abaixo.

 

Check-in 
Este item é sempre uma caixa de surpresa para quem viaja. Em certos períodos o passageiro pode encontrar balcões vazios ou ser surpreendido por filas intermináveis. Tardes de sextas-feiras em Guarulhos ou segundas pela manhã em Congonhas tiram o humor até do viajante mais rodado.

Para não sofrer, chegue cedo e considere sempre o trânsito. É melhor ficar à toa no aeroporto do que perder o voo. A maioria das companhias aéreas exige uma antecedência de, pelo menos, uma hora para voos nacionais e duas nas saídas internacionais. No entanto, com o número cada vez maior de passageiros embarcando nos aeroportos brasileiros, é mais seguro chegar ainda mais cedo nos aeroportos, sobretudo nos de São Paulo e Rio de Janeiro.

Recomendam-se duas horas para voos nacionais e pelo menos três horas no caso de saídas para o exterior. Leve em conta também o tempo gasto na inspeção aeroportuária para todos os passageiros e na checagem de passaporte, na Polícia Federal, em voos internacionais.

 

Fernando Donasci/Folha Imagem

Overbooking e atrasos 
Não é raro ouvir relatos de passageiros que foram vítimas da sobre-venda de passagens aéreas ou, em um hotel, de reservas efetuadas em número superior à capacidade de quartos. Segundo o Cadastur (sistema do Ministério do Turismo que reúne prestadores de serviços turísticos), caso isso ocorra com sua reserva de hotel, o estabelecimento deve acomodar os hóspedes em um quarto de categoria superior ou em outro hotel equivalente ou superior.

Se houver overbooking em viagens aéreas ou atrasos de voos, o passageiro tem direito ao uso de telefone ou internet (após uma hora de atraso); alimentação adequada ao tempo de espera (duas horas); acomodação em local adequado em espaço interno do aeroporto ou ambiente externo com condições satisfatórias (quatro horas) ou hospedagem e transporte do aeroporto ao local de acomodação (quatro horas ou mais).

O Ministério do Turismo informa também que, em caso de atraso ou cancelamento, o passageiro deve ser reacomodado em outro voo (mesmo que seja de outra companhia) ou, se desistir da viagem e o atraso for superior a 4 horas, é possível solicitar o reembolso integral do valor do bilhete, na mesma forma de pagamento.

 

Seguro ou assistência viagem? 
Na primeira opção, o viajante arca com as despesas e solicita o reembolso no seu retorno (o que pode ser um processo lento e burocrático). Já a assistência é uma espécie de plano de saúde temporário que permite ao cliente utilizar serviços médicos de emergência, entre as opções de prestadores de serviço estipulados pela seguradora.

Assinado em 1985, o Tratado de Schengen obriga a contratação de uma assistência viagem com cobertura mínima de 30 mil euros para viajantes que desembarcam em países da Europa. Mas e então, é mesmo obrigatória a contratação de um seguro para visitar a Europa? Na teoria, sim, mas dificilmente é exigida a comprovação do documento. Porém, a situação pode se complicar quando realmente for necessário o uso dos serviços médicos. Desde 2010, Cuba também exige uma apólice de seguro viagem do visitante que pode ser adquirida no Brasil ou no aeroporto cubano (www.asistur.cu).

Alguns cartões de crédito fornecem, sem custo, uma apólice de assistência viagem para quem compra passagens aéreas usando esta forma de pagamento. Vale checar com a sua operadora de cartão e economizar com esse gasto.

 

Necessidades especiais 
Serviços específicos, como refeição especial (alimentos kosher, para vegetarianos ou intolerantes a glúten, por exemplo) e transporte de pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, devem ser solicitados diretamente à companhia aérea, com até 48 horas de antecedência do horário do voo.

A partir do 7º mês de gestação, passageiras em deslocamentos aéreos devem portar um atestado médico autorizando a viagem da gestante; e a partir do 8º mês, o atestado deve conter destino e duração do voo, de acordo com recomendação do Ministério do Turismo.

 

Embarcando com o gato, cachorro e papagaio 
Para viagens nacionais (aéreas ou rodoviárias), animais como cães e gatos devem portar atestado de saúde, emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária. Para outras espécies, como aves, coelhos, furões ou iguanas, exige-se a GTA (Guia de Trânsito Animal), expedida por um veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Já em viagens internacionais o transporte de animais só pode ser feito com o CVI (Certificado Veterinário Internacional), emitido pela autoridade do país de origem ou de procedência do animal. Segundo o Ministério da Agricultura, o CVI pode ser substituído pelo Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos, documento usado para várias viagens durante toda a vida do animal e que proporciona maior agilidade no desembaraço de animais, em viagens internacionais. Saiba mais:www.agricultura.gov.br

 

Extravio de bagagem 
Segundo o Ministério do Turismo, uma bagagem pode permanecer na condição de extraviada por até 30 dias. A partir desse período, a companhia aérea deve indenizar o passageiro. Por isso, guarde os comprovantes de despacho de malas até voltar a tê-las em mãos, no aeroporto de desembarque. De acordo com a Convenção de Varsóvia, a responsabilidade da empresa aérea se restringe em US$ 20 por quilo de bagagem extraviada.

No caso de seus pertences ultrapassarem o valor estipulado (o que é bem provável se considerarmos que o valor não paga nem meio par de tênis), o passageiro pode assegurar-se com a Declaração Especial de Interesse, documento que discrimina, minuciosamente, o conteúdo da mala e permite a indenização integral, desde que entregue antes do embarque. Para mais informações, a Infraero disponibiliza um serviço de ouvidoria: 0800 727 1234.

 

Desembarque com produtos agropecuários 
Quem nunca se viu tentado a trazer na mala aquelas iguarias frescas encontradas em mercados ou lojas do exterior? Pois saiba que o Ministério da Agricultura proíbe a entrada de produtos frescos, como frutas e hortaliças; flores ou plantas; sementes, mudas e estacas; carne de qualquer espécie animal (in natura ou industrializada, como embutidos, presunto, enlatados etc.); leite e produtos lácteos (queijos, manteiga, iogurtes e o sempre desejado doces de leite); produtos apícolas (mel, cera, própolis etc.); ovos e derivados.

 

Tributos 
O cerco da Receita Federal está cada vez mais duro com viajantes brasileiros, sobretudo com os que chegam nos cobiçados voos provenientes dos Estados Unidos. Desde que a Receita  deixou de emitir o documento de comprovação da saída de bens ao exterior, a fim de evitar o aquecimento de produtos estrangeiros sem nota fiscal, a fiscalização nos aeroportos nacionais têm sido mais rígida, inclusive com passagem de bagagens pelo raio-X e seleção aleatória de malas a serem abertas, independente do perfil do viajante ou do voo de procedência.

O limite para quem chega de avião é de US$ 500 (exceto as compras feitas no free shop do aeroporto de chegada ao Brasil) e para viagens terrestres, US$ 300. Porém, não basta que os produtos estejam dentro do limite: não podem ultrapassar a quantidade permitida. Por exemplo, 12 litros de bebidas alcoólicas; dez maços de cigarros, com 20 unidades cada; 25 charutos ou cigarrilhas e 250 gramas de fumo.

Conforme foi anunciado em 2014, a Receita pretende ser ainda mais rígida já no primeiro semestre de 2015. Um novo sistema de análise de dados deve filtrar, com informações fornecidas pelas próprias companhias aéreas, quais passageiros deverão passar pela fiscalização.

 

Ligações telefônicas 
Telefones desbloqueados podem receber chips comprados no exterior, assim, ligações ou acesso à internet serão tarifados com os custos locais. Quem não adquirir o chip local deve tomar o cuidado de desativar os dados móveis para não gerar cobranças. No caso da internet, dê preferência às redes wi-fi disponíveis em hotéis, restaurantes e até nas ruas.

Outra dica valiosa é a utilização de aplicativos que realizam chamadas gratuitas entre usuários, como Skype e Viber, e programas que também oferecem a possibilidade de aquisição de créditos para a realização de ligações para telefones fixos ou celulares com tarifas mais vantajosas do que as aplicadas pelas operadoras.

 

Compras no exterior 
Com IOF superior a 6% sobre transações financeiras feitas no exterior, o viajante deve pensar bem antes de realizar uma compra com cartões de débito e de crédito, bem como na hora de carregar o cartão pré-pago.

A vantagem da última opção é não ter surpresas quando a fatura do cartão de crédito chegar (algo a ser considerado em tempos de variações cambiais). Com os cartões pré-pagos, o viajante consegue controlar seu dinheiro de acordo com o valor em moeda estrangeira comprada ainda no Brasil. Os cartões de débito, por sua vez, utilizam o câmbio do dia.

Por questões de segurança, não se recomenda carregar apenas dinheiro vivo em viagens ao exterior. Procure dividir seus meios de pagamento, usando também cartões de crédito, de débito e pré-pago.

 

Guarde todos os comprovantes 
Se mesmo com todas as medidas de precaução, o viajante tiver problemas com algum serviço prestado, o Procon de sua cidade deve ser procurado para uma avaliação inicial do caso e possível encaminhamento  para outros órgãos competentes. Não se esqueça de guardar todos os documentos que comprovem os serviços turísticos contratados, como passagens aéreas, reservas de hotéis, vouchers e material promocional em jornais, revistas ou internet.

Fonte:
Eduardo Vessoni - Do UOL, em São Paulo

30 dez

Gisborne, na Nova Zelândia, é uma das primeiras cidades a celebrar o Réveillon.

O ano de 2015 vai chegar mais cedo na cidade litorânea ao leste da Nova Zelândia.

 

Conhecida como uma das primeiras cidades a receber a luz do sol todos os dias e a comemorar o Réveillon antes do resto do planeta, Gisborne atrai turistas interessados nas festas badaladas de Ano Novo na Nova Zelândia.

Localizada ao leste da Ilha Norte, a cerca de 480 quilômetros de Auckland, e a 525 quilômetros da capital Wellington, a cidade com cerca de 44 mil habitantes é banhada pelo oceano Pacífico, tem praias com arrecifes que propiciam ondas incríveis para surfistas e paisagens de tirar o fôlego para complementar as celebrações.

Entre as festas programadas, a prefeitura anunciou um festival gratuito a céu aberto no estacionamento do shopping Kaiti, com música e gastronomia local no Réveillon. A festa Rhythm and Vines é outra famosa que acontece anualmente no período.

Gisborne é uma cidade pacata e sem muito agito ao longo do ano, mas o cenário se transforma completamente em meados de dezembro. Restaurantes, cafés, hotéis e praias ficam movimentados por turistas que querem ser os primeiros a ver a chegada do próximo ano. Mesmo com a mudança de rotina, o clima é estável: Gisborne é subtropical com, na maioria das vezes, dias ensolarados e temperatura agradável.

Para garantir a primeira posição, há ainda quem se aventure até o pico mais alto da acidentada montanha Raukumara Range, o Mount Hikurangi, a 1.754 metros acima do nível do mar e distante 137 quilômetros de Gisborne. A trilha fica em propriedade privada, por isso deve ser feita com acompanhamento de guia turístico, em uma excursão 4×4 ou a pé. Além de proporcionar a vista dos primeiros raios solares, a montanha é rodeada por diversas lendas maoris.

Além das festas, queima de fogos e o privilégio de estar entre os primeiros a mudar de ano, Gisborne oferece diversas atrações turísticas. Entre elas, estão mergulho e snorkelling, banhos relaxantes nas águas mineralizadas da reserva Morere Hot Springs, trilhas pelo parque Eastwoodhill Arboretum e em Haurata, passeio a cavalo, pesca e a degustação de produtos locais no Inner Harbour. As opções de praias agradam tanto banhistas em busca de tranquilidade como surfistas interessados em ondas radicais. A região também é frequentada por praticantes de stand up paddle e caiaque.

A cidade é o local historicamente mais importante da Nova Zelândia, onde maoris e europeus se encontraram pela primeira vez. Foi no porto da cidade, na praia Kaiti, onde o capitão britânico James Cook desembarcou, em 1769. A cidade tem forte cultura nativa e a língua maori está presente diariamente na vida dos moradores, além da preservação da história da colonização nos três museus da cidade e galerias de arte. Pelas ruas, é possível ver casas e igrejas com decorações típicas em madeira e pinturas maoris.

A capital do chardonnay

As atrações de Gisborne vão além das praias e riquezas culturais: a região é uma importante produtora de vinhos na Nova Zelândia. Conhecida como a “capital do chardonnay”, a cidade tem roteiros personalizados por vinícolas-boutiques. A terra fértil e o clima compõem o ambiente ideal para o desenvolvimento de vinhos de alta qualidade. Além do tipo chardonnay, Gisborne produz gewurztraminer, viognier, pinot gris, merlot e malbec.

Nos arredores de Gisborne

As praias ao norte de Gisborne são famosas pela água transparente e ondas para surfistas, como Wainui e Makorori. Mas é ao sul, a cerca de 80 quilômetros, que está a famosa Mahia, frequentada pelos amantes de surf em busca de adrenalina. Um dos melhores parques da Nova Zelândia para caminhadas, o Te Urewera National Park, também fica nos arredores de Gisborne.

Outros pontos turísticos, como o histórico píer de Tolaga Bay, o Farol do Cabo Leste com vista para a costa, o Animal Krackers Pet Park, o parque Rere Rockslide também podem ser visitados no entorno da cidade.

 

Fonte: UOL Viagens.

9 dez

Dicas de viagem de fim de ano para você e sua família.

 

 

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Orlando – Disney

 

Férias escolares, fim de ano, … E, claro, os parques temáticos de Orlando ficam lotados de gente entre o Natal e o Ano-Novo – se der, programe-se para ir mais perto do dia 31 e voltar em meados de janeiro, pois acidade esvazia bastante após o dia 1º.

Nesse período (sobretudo no dia 31), os shoppings e outlets também estão mais vazios e com promoções. O clima na cidade, em dezembro, é bem ameno: a temperatura fica entre 9 e 23 graus. E as decorações natalinas são uma fofura.

Na virada

Os parques da Disney – Magic Kingdom, Epcot e Hollywood Studios – são os lugares mais concorridos para a contagem regressiva. Se optar por eles, é bom ter em mente que você ficará o dia todo nos parques, desde a manhã até a meia-noite, com filas quilométricas nos brinquedos. Isso porque eles fecham as entradas após atingir a lotação máxima (que, no Réveillon, pode acontecer às 10 horas).

O Magic Kindgdom é o mais concorrido – e o que fica intransitável na maior partedo tempo. Não é recomendado para quem quer evitar multidões. Também é o único no qual não são vendidas bebidas alcoólicas. O Epcot é animadinho, com queima de fogos, DJs e barracas vendendo drinques.

E o Hollywood Studios tem queima de fogos também,bandas ao vivo e espetáculo de luzes. Para comer bem em qualquer um deles, é preciso fazer reserva nos restaurantes– caso contrário, você corre o risco de encarar fast-food como ceia.

A Disney tem ótimos restaurantes fora dos parques para passar a virada – só que é imprescindível reservar com pelo menos três meses de antecedência. Uma pedida são os do Disney’s Contemporary Resort – entre eles o California Grill e o Wave.

Para os adultos, a boa é a Eve, a festa de Réveillon do CityWalk, na Universal .O ingresso custa cerca de US$ 99 e inclui entrada nas seis baladas do lugar, além de bufê estilo “coma o quanto puder”. O evento vai das 20h às 2h e só permite a entrada de maiores de 21 anos.

 

 

Mudanças positivas nos passaportes das crianças.

 

 

Semana passada, a Polícia Federal fez várias alterações importantes para quem viaja com crianças e que devem facilitar muito as viagens das famílias! Há três grandes mudanças:

 

=> A filiação finalmente volta a aparecer no passaporte das crianças!
Parecia incrível, mas a filiação não aparecia no novo modelo de passaporte! O passaporte biométrico tem um chip com os dados, mas ainda assim, era necessário levar outros documentos da criança, RG ou certidão de nascimento original porque nem sempre as máquinas leitoras estavam disponíveis!

 

=> A autorização de viagem internacional poderá ser incluída no passaporte das crianças!
Antes, essa facilidade só podia ser incluída pelas Repartições Consulares brasileiras no exterior. Só quem morava fora conseguia ter a autorização diretamente no passaporte.
Quem morava no Brasil e queria sair do país sem um dos responsáveis, tinha que fazer a Autorização de viagem à parte!

 

=> E por fim, a última novidade interessante: a PF envia um aviso automático por email, quando o passaporte está a 8 meses do vencimento! Novidade super prática e, assim, dá para se programar e começar os trâmites para fazer um novo passaporte, lembrando que certos destinos (Europa por ex), pedem um passaporte com 3 meses de validade após a volta para o Brasil!

 

 

Plano Familiar:

 

 

Tarifa especial para pessoas da mesma família e mesmo sobrenome com tarifa única e limite de idade de 70 anos.

De no mínimo 03 passageiros e máximo 05 todos com o mesmo sobrenome.

Tarifas impressas em dólares e convertidas em reais no momento da compra pelo câmbio do dia.

 

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12 nov

Seguro viagem obrigatório para Cuba e Venezuela.

Turistas do mundo todo que pretendem visitar a Venezuela, devem apresentar um seguro viagem que garanta o pagamento de despesas médicas e o roubo, perda ou furto de bagagens.

Cuba é o maior país insular do mar do Caribe, e um destino turístico desejado por muitos brasileiros pelas belas praias e o clima retrô da capital.

Em 2013 foi estabelecido um voo direto entre São Paulo a Havana, o que tende a ampliar o fluxo de visitantes à ilha socialista.

O seguro viagem é obrigatório para entrar em Cuba, embora não seja exigido um valor mínimo de coberturas.

Cabe informar que a atual moeda destinada ao turismo, o peso cubano cambiável (CUC) costuma ter seu valor alinhado ao do dólar, por isso é importante possuir um seguro com coberturas em um bom valor, pois se alguma eventualidade exceder o valor coberto por seu seguro pode sair caro arcar com a diferença.

Coberturas mínimas

O turistas com destino a Venezuela devem obrigatoriamente contratar um seguro viagem com cobertura mínima de US$ 40.000 para assistência médica e US$ 1.000 para roubo, furto ou perda de bagagem, conforme resolução do Ministério de Turismo da Venezuela.

Em 2013 mais de 50.000 brasileiros visitaram a Venezuela de acordo com o ministério do turismo. A exigência do seguro viagem para a Venezuela segue um tendência mundial como é o caso de Cuba que já exige seguro dos turistas desde maio de 2010.

O seguro contratado deverá possuir um limites mínimos de cobertura de assistência médica, conforme informado pelo Consulado Geral de Cuba.

Caso o viajante não possua um seguro viagem que seja reconhecida pelas autoridades cubanas, terá obrigatoriamente que realizar a compra do seguro na entrada no país. Nesse caso pagará bem mais caro.

1 set

Quão seguro é viajar de avião?

VIAJE TRANQUILO.VIAJE SEGURO. VIAJEM TOURISTCARD.

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Com que frequência acidentes ocorrem?

Eles são extremamente raros. O risco de envolvimento de um avião num acidente, onde podem ocorrer diversas fatalidades e já calculando-as, é de um em três milhões. Colocando-se este dado numa perspectiva, para ser possível ter uma idéia, seria necessário uma pessoa voar pelo uma vez por dia durante 8,1 mil anos para se atingir este total de três milhões de vôos.

Apesar de ser raro ocorrer um acidente, a comunidade de aviação do mundo todo está trabalhando freneticamente para abaixar ainda mais esta probabilidade. Há 30 anos, a probabilidade de ocorrer um acidente era uma para cada 140 milhões de milhas voadas; hoje, a cada 1,4 bilhão. O fator segurança está dez vezes melhor em três décadas.

 

O que provoca um acidente?

Não é uma simples causa que o determina, mas uma combinação de fatos. Um dos fatores que faz com que os acidentes sejam tão raros é o sistema de checagem de problemas antes que se tornem sérios.

Tipicamente, isso significa que antes de um problema progredir e poder se tornar uma ameaça à segurança, uma série de outros eventos, em cadeia, devem também dar errado.

 

Qual o procedimento que oferece mais risco num vôo?

Editoria de Arte

A decolagem e a subida imediata para a altitude de segurança e a descida para o pouso são os períodos mais propensos ao acidente. Em termos mais simplistas, a decolagem e o pouso exigem demais do avião em termos físicos, bem como exigem as respostas mais rápidas e precisas da tripulação. Três quartos dos acidentes ocorrem durante essas duas curtas fases de um vôo.

 

Onde fica a poltrona mais segura em caso de colisão?

Há aqueles que crêem que as poltronas próximas às asas ou nos fundos do avião são as mais seguras. Entretanto não há fundamento científico que valide o conceito de que um lugar seria mais seguro que outro. O melhor conselho é que as explicações de precaução antes da decolagem sejam ouvidas a cada vôo, bem como as solicitações durante este.

 

Há aviões mais seguros do que outros?

Não. Independentemente do fabricante, os padrões básicos de segurança exigidos por lei são seguidos e, muitas vezes, superados. Além disso, antes de serem colocados à disposição comercial todos os equipamentos são exaustivamente testados e analisados.

De acordo com as estatísticas da aviação, defeitos na aeronave foram responsáveis por apenas 10% dos acidentes.

 

Os aviões mais antigos oferecem mais riscos do que os mais novos?

A idade da aeronave não é tão importante quanto a manutenção e operação. É como dirigir um carro velho. Se todos os componentes básicos estiverem em ordem: pneu, breque, direção, luz, buzina etc., os riscos são semelhantes aos oferecidos por um novo. O mesmo é aplicável aos aviões comerciais.

É óbvio que a cada nova geração, os benefícios adquiridos em lições do passado são aplicados. Isto, entretanto, não significa que os jatos mais velhos não estão beneficiados pelas novas tecnologias. As inovações mais importantes são frequentemente incorporadas às aeronaves mais antigas.

 

Como os usuários sabem se os aviões estão sendo devidamente mantidos?

A natureza da aviação exige uma enfática manutenção preventiva. Por isso, companhias, fabricantes e o próprio governo realizam operações de checagem metódicas para detectar problemas e evitá-los. Além disso, a tripulação é exaustivamente treinada para superar eventuais problemas.

Aliado aos mecanismos de prevenção, as companhias aéreas e os fabricantes estão sujeitos a pesadas multas ou até mesmo suspensão das atividades por descumprimento da legislação de segurança.

 

Qual o risco de voar comparado ao de guiar um automóvel?

Nos EUA, é 11 vezes mais seguro viajar de avião do que de carro, de acordo com um estudo realizado entre 1993-95 pelo Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos, que comparou o número de fatalidades com o número de milhas percorridas. Em média, morrem nas rodovias norte-americanas 11 mil pessoas a cada seis meses.

Isso equivale ao total de mortos em acidentes aéreos no mundo todo desde a primeira queda de um avião comercial há 40 anos. De fato, menos gente faleceu em acidentes com avião comercial nos EUA nos últimos 60 anos do que a média de mortes em rodovias a cada três meses.

 

Fonte: Folha online.